Inscrições abertas · Dom Pedrito 16/10 · Itaqui 31/10

A próxima safra do agro é digital.

Em outubro, o HackatAgro e o Sebrae RS levam três maratonas de inovação para onde o agro acontece. Um dia, das 8h às 18h, em que estudantes de ensino técnico, graduação e pós-graduação transformam um problema real da região em solução, MVP e pitch. Gratuito, com certificado do Sebrae RS.

Gratuito · 50 vagas por cidade · certificado do Sebrae RS · como funciona o dia →

Alegrete · 07/10 · Expofeira de Alegrete

Alegrete: resultado

O primeiro dos três ideathons de outubro do HackatAgro com o Sebrae RS: 28 participantes do ensino superior e 19 do ensino técnico, em 10 equipes, trabalhando em 4 desafios reais do campo. Ver o resultado completo →

76
inscritos
47
participantes
62%
frequência
10
equipes
4
desafios

Equipes vencedoras

  1. 1ºENTRESSAFRA
  2. 2ºJAVALICONTROL
  3. 3ºIDENTIFICAPLANT

Os 4 desafios do dia

  1. Energia a partir da Biomassa
  2. Controle e Monitoramento de Javalis
  3. Quanto Rende este Hectare?
  4. Vender na Hora Certa

Realização: Sebrae RS e HackatAgro · Apoio: Sindicato Rural de Alegrete e Ecossistema Alegrete Cidade Inovadora. Indicadores consolidados do HackatAgro Alegrete 2026.

Agora é a vez de Dom Pedrito e Itaqui. Gratuito, 50 vagas por cidade, certificado do Sebrae RS, para estudantes de ensino técnico, graduação e pós-graduação.

Dom Pedrito · 16/10 → Itaqui · 31/10 →
Radar da Fronteira

A fronteira da tecnologia, lida com olho de agro.

Terças e sextas: o que se move em inteligência artificial, tecnologia e inovação no mundo — e o que isso significa para quem produz, para quem constrói e para quem investe no agro. Sinal, não ruído. Toda nota cita e linka a fonte.

Edição #22semana de 13 out 2026
Radar da Fronteira

A previsão do tempo virou contrato de US$ 49 milhões.

A WindBorne mantém cerca de 700 balões autônomos no ar, diz bater o modelo europeu e vendeu o dado para a Força Aérea americana.

fonte: TechCrunch · 12/10
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BrasilBrasil8 min de leitura

A brasileira que vende IA física para os EUA

Britaldo Hernandez, fundador da Solinftec, em Araçatuba (SP), detalhou ao AgFeed o plano de erguer um “negócio de domínio” em IA física sobre uma década de dado de campo: a empresa diz coletar 6 milhões de pacotes de dados por dia, ter cerca de 90% do mercado de automação da cana e já operar perto de 100 robôs Solix nos Estados Unidos, com mais de 100 unidades vendidas para a próxima temporada; a capacidade de fenotipagem citada é de 18 mil hectares, contra 2.500 hectares somadas as empresas de defensivos americanas (AgFeed, 09/10). Por que importa: o ativo defensável aqui não é o robô, é o dado de lavoura que nenhum modelo de linguagem replica — é o tipo de barreira que uma agtech brasileira consegue erguer contra big tech, e a prova é que o cliente está pagando em dólar. Sim, mas: os números são da própria empresa; o lançamento no Brasil é prometido para meados de 2027 e o robô de replantio tem alvo na Agrishow de maio de 2027.

fonte: AgFeed · 09/10
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CapitalEUA7 min de leitura

US$ 10 milhões pelos dados de uma empresa falida

O MIT Technology Review mapeou um mercado novo: laboratórios de IA comprando o acervo de empresas que morreram. Um fundador recebeu US$ 25 mil pelo código da própria startup e espera cerca de US$ 15 mil pelos dados de Google, Notion, Figma e Slack; na falência da Spirit Airlines, em agosto, o Google pagou US$ 10 milhões por 100 milhões de e-mails, 500 milhões de mensagens de Teams e 176 mil registros de funcionários. Na plataforma SimpleClosure, 47% dos negócios já incluem código ou dados (MIT Technology Review, 13/10). Por que importa: para quem funda agtech isso reprecifica o pior cenário — o acervo agronômico tem comprador mesmo se a empresa fechar. E inverte a pergunta para o produtor que assina com uma startup de dados: o que acontece com o dado da minha lavoura se ela quebrar? O outro lado: um advogado ouvido chama esse material de “legalmente radioativo”, porque o consentimento foi dado a outra empresa, para outra finalidade.

fonte: MIT Technology Review · 13/10
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CapitalBrasil6 min de leitura

Mirou no carbono, acertou no avocado

O Reforest Fund, do Patria, comprou 1.000 hectares em Águas de Santa Bárbara (SP) e planta neste semestre cerca de 100 hectares de avocado em parceria com a Jaguacy, que já tem 1.200 hectares: o fundo mira R$ 2 bilhões, captou R$ 160 milhões, negocia até R$ 500 milhões de capital catalítico do BNDESPar e reservou R$ 100 milhões para o investimento inicial, com primeira colheita em quatro anos (Brazil Journal, 13/10). Por que importa: é uma tese climática corrigindo a rota em público — entrou pelo crédito de carbono e descobriu que a conta fecha com uma cultura que vende, num mercado global de cerca de US$ 20 bilhões no qual o Brasil é 7º produtor, com pouco mais de 60 mil toneladas de Hass. Para o produtor que receber proposta de fundo de capital natural, a pergunta certa é qual receita paga o ano 4.

fonte: Brazil Journal · 13/10
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CapitalGlobal5 min de leitura

O gargalo da IA saiu do chip e foi para o crédito

A Firmus cancelou em 9 de outubro o IPO de US$ 5 bilhões que faria em Sydney no dia 22, depois que investidores retiraram ordens ao ver que os sócios atuais poderiam vender mais da metade das ações na estreia — a empresa chegou a pedir US$ 30,6 bilhões de valor, contra US$ 10,5 bilhões em agosto, e espera prejuízo de US$ 77 milhões neste semestre. No mesmo tabuleiro, Morgan Stanley e JPMorgan estimam de US$ 1,5 a US$ 3,2 trilhões para construir a infraestrutura de IA, com 40% a 60% vindo de crédito privado (Startups.com.br, 09/10). Por que importa: o preço da IA que chega na fazenda e no app da startup é definido nessa mesa de dívida, não no datacenter — crédito mais caro vira assinatura mais cara lá na ponta, com um ano de atraso. Siga o dinheiro: a Nvidia já mobilizou mais de US$ 500 bilhões de capital de terceiros para a infraestrutura dos próprios clientes.

fonte: Startups.com.br · 09/10
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TrabalhoEUA5 min de leitura

Um piloto, dez drones: a função que ainda não existe aqui

O MIT Technology Review foi atrás de uma profissão nova: Trevor Wischnewsky é RPIC (“remote pilot in command”) na FlyTrex e supervisiona até 10 drones de entrega ao mesmo tempo, num raio de três milhas em Dallas, com certificação comercial da FAA e um curso de semanas; a região de Dallas–Fort Worth serve de campo de teste para um sistema de tráfego (UTM) em que drones de empresas concorrentes trocam coordenadas em tempo real (MIT Technology Review, 09/10). Por que importa: a pulverização por drone no Brasil tem o mesmo gargalo, e ele é humano — o custo por hectare está no operador, não no equipamento, e a razão de um piloto para dez aeronaves só aparece onde existe regra de tráfego e gente formada para operar frota. Para quem organiza inovação no agro, o investimento aqui é vaga e curso, não compra de máquina.

fonte: MIT Technology Review · 09/10
Curadoria HackatAgro·seleção e análise — não apuramos notícia; creditamos e linkamos a fonte

O filtro do movimento que conecta agro e tecnologia desde 2019 — 8 edições, 250 startups, 130 mentores.

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Terças e sextas, a fronteira decodificada — antes de virar manchete.

A fronteira

Onde estão as oportunidades da próxima década.

A cada edição, curamos os territórios em que tecnologia e campo se encontram — e desafiamos o ecossistema a construir soluções reais dentro deles.

01

IA no campo

De copilotos de manejo a visão computacional que enxerga a lavoura planta por planta e antecipa a decisão.

02

Bioeconomia & energia

Biológicos, biogás e o campo como usina de energia limpa — o agro que produz e regenera ao mesmo tempo.

03

Conectividade

5G, satélite e IoT levando dados em tempo real a cada hectare — a base para tudo o que vem depois.

04

Agricultura de precisão

Sensores, robótica e autonomia decidindo no centímetro — mais produção com menos insumo e impacto.

05

Clima & carbono

Rastreabilidade, MRV e novos mercados para quem cuida do solo — o carbono virando renda no campo.

06

Novas cadeias

Fintechs, marketplaces e novas proteínas reinventando como o agronegócio financia, vende e produz.

O movimento

Não basta imaginar o futuro. Alguém precisa construí-lo.

Desde 2019, o HackatAgro reúne quem produz, quem inova e quem investe em maratonas de inovação aberta. Menos palco, mais mão na massa: cada desafio nasce de uma dor real do campo e termina em protótipo funcionando — com curadoria de fronteira e uma comunidade que executa.

Curadoria de fronteira

Escolhemos os temas onde tecnologia e agro criam mais valor — e trazemos os desafios certos para a mesa.

Comunidade que executa

Startups, mentores, universidades e as maiores empresas do setor construindo juntas, não só debatendo.

Do protótipo à empresa

O que nasce aqui é acelerado depois do evento — várias soluções viraram negócio e carreira no agro.

Seis anos construindo essa fronteira
8Edições
250Startups
130Mentores
1.500Empreendedores
400 hDe maratona
Prova

Ideias de maratona que viraram empresa.

O que se constrói aqui não morre no fim de semana. Estas nasceram num desafio — a próxima pode ser a sua.

2019 · vencedora

BioIn

Biotecnologia unindo microvespas e dados para controle de pragas — a primeira campeã, hoje referência em biológicos.

2021 · Desafio Yara

AgTrace

Rastreabilidade da soja com blockchain e IoT, conectando a cadeia inteira para o mercado de carbono.

2022 · Desafio Segurança

Alerta Rural

App de prevenção de acidentes no campo, criado por estudantes técnicos — tecnologia que protege quem produz.

2021 → hoje

Paulo Krastin

Venceu um desafio, virou gestor dos espaços maker do Senac SP e voltou como mentor. O ciclo que a gente busca.

Ecossistema

Construído com quem move o agro.

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Apoio institucional
FarsulSenar-RSSebraeEmaterInstituto CaldeiraSenac SP e RSPTI · ItaipuTecnoPUCFounder Institute
Rede HackatAgro · lista

Não é estudante? Entre na lista do HackatAgro.

Startups, produtores, mentores, investidores e empresas: a lista é como o HackatAgro avisa primeiro — a próxima praça, o Demo Day no fim do ano e a chamada de startups quando ela abrir. O Radar da Fronteira vai no mesmo e-mail.

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