Blockchain foi o diferencial para garantir o terceiro lugar no Desafio Yara

A Soytrack garantiu o 3º lugar na maratona de inovação utilizando blockchain, tecnologia que até então não era muito conhecida para eles.



Nos dias 01 a 03 de outubro tivemos o Desafio Yara, segunda maratona de inovação do HackatAgro.

Foram dias de muito aprendizado, networking, comprometimento e desafios pois os times se reuniram em três dias afim de criar soluções para a rastreabilidade da soja. Os projetos podiam ser submetidos até às 23h59 do domingo e pasme: o último projeto foi entregue às 23h55 mostrando o nível de comprometimento que tivemos entre os startupeiros.

O desafio foi fechado e a missão agora é a de escolher os três grandes vencedores! Hoje, vamos conhecer um pouco sobre a Soytrack, startup que garantiu o terceiro lugar criando uma solução que tem facilidade de utilização, através do WhatsApp. “A solução ajuda muito as usinas a ter informações bem precisas para alimentar a calculadora Renovalc e com isso, aumentar a nota de eficiência ambiental”, disse Tales Nereu Bogoni, participante da startup.


O time, formado por 6 pessoas, te habilidades que se complementam pois seus integrantes são da área de Sistemas de Informação, Agronomia e Ciência da Computação. Para Marcos, integrante da startup, “foi muito gratificante focar e trabalhar em um problema que poderá ser usado para melhorar a cadeia da soja e do biodiesel.”


Eles utilizaram blockchain, tecnologia que garante que os dados fiquem inalterados. “Nenhum integrante do grupo tinha conhecimento sólido em blockchain, o que se tornou um desafio maior, mas ao mesmo tempo bem interessante e que pôde abrir várias portas para outros projetos que estou desenvolvendo.”, disse Eduardo Fernandes.


A startup passa agora para uma nova fase, pós-maratona. São 90 dias de acompanhamento e assim, eles tem uma solução aplicada no mercado. Mas a missão da Soytrack não acaba por aqui. Segundo Tales, “para mim o primeiro passo é conhecer a fundo o processo, pois não o conheço a fundo como uma usina trabalha com esses dados para fazer os cálculos. O conhecimento que tive foi apenas com as lives de preparação para o evento e as mentorias durante o evento. Gosto de colocar a mão na massa para entender o processo. A segunda etapa deve ser conhecer todos os envolvidos na cadeia e conscientizar sobre a importância de informar esses dados. Com isso já seria possível desenvolver um MVP funcional para testar em campo e validar a solução.”

Tem muito trabalho pela frente ainda!


Tem interesse em participar de alguma maratona de inovação? Então fica ligado que em dezembro temos mais um desafio e dessa vez, quem estará conosco é o Banrisul!



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